78% da energia em Angola é produzida por centrais hidroeléctricas

As barragens hidroeléctricas em Angola estão a produzir 78% da energia eléctrica do país

As barragens hidroeléctricas em Angola estão a produzir 78% da energia eléctrica do país, percentagem que era de 60% há cerca de 12 meses, afirmou hoje o Presidente da República.

As barragens hidroelétricas em Angola estão a produzir 78% da energia elétrica do país, percentagem que era de 60% há cerca de 12 meses, afirmou esta segunda-feira. 15 de Outubro, o Presidente da República.

Discursando sobre o estado da Nação, na abertura solene dos trabalhos da II Sessão Legislativa da IV Legislatura da Assembleia Nacional angolana, João Lourenço salientou que o aumento da capacidade de produção das barragens tem permitido poupar diariamente cerca de 669 mil litros de combustível, o que representa, segundo os preços actuais no mercado, uma poupança de 258,8 mil euros/dia.

Segundo o chefe de Estado, o aumento de 18,6% na capacidade de produção de energia através das hidroelétricas permitiu ao país atingir os 4.409 MegaWatts (MW) de potência instalada, sobretudo nas zonas com maior densidade populacional, através das barragens próximas de Luanda, Dundo (Lunda Norte) e Saurimo (Lunda Sul).

Paralelamente, em um ano, segundo João Lourenço, foram feitas mais de 36 mil ligações domiciliárias de energia elétrica. O Presidente da República, porém, não indicou a percentagem da população que ainda não tem energia elétrica em casa.

Na intervenção, João Lourenço destacou também os esforços do executivo na construção e reparação dos sistemas de canalização e de abastecimento de água em Angola, que necessitarão de avultados investimentos para que o líquido chegue com qualidade às residências, sobretudo nas cidades mais populosas, como Luanda.

Em relação ao sector da habitação, o chefe de Estado salientou estar em curso um programa habitacional em todo o país com a construção de 5.414 novas residências, que irão beneficiar quase 36.000 angolanos, nomeadamente nas províncias de Benguela, Bié, Namibe, Uíge e Luanda.

“Mas este não é um negócio para o Estado, mas sim para o sector privado, que tem de sair da letargia em que se encontra”, sublinhou João Lourenço.

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