Nova pílula contraceptiva pode reduzir em metade risco de cancro do ovário

Um novo tipo de pílula contraceptiva poderá diminuir em cerca de metade o risco de aparecimento de cancro do ovário em mulheres jovens, revela um novo estudo.

pesquisa conduzida por investigadores da Universidade de Aberdeen, no Reino Unido, e da Universidade de Copenhaga, na Dinamarca, sugere que pílulas com doses menores de estrogénio e que combinam uma nova geração de progestagénios poderão ter um efeito positivo.

A autora do estudo, a investigadora e professora Lisa Iversen, docente na Universidade de Aberdeen, disse: “Os dados apurados, revelam que estes contraceptivos combinados estão associados a um menor risco de desenvolvimento desta patologia cancerígena em mulheres em idade fértil”.

E adicionou: “O risco reduzido parece persistir mesmo depois da interrupção do tratamento, apesar da duração dos benefícios ainda ser algo incerta”.

“Actualmente, ainda não existem provas científicas que sugiram uma proteção semelhante para a saúde entre as mulheres que tomam contraceptivos apenas à base de progestagénios”.

Os investigadores sublinham que serão necessárias mais pesquisas de modo a reafirmar os resultados já obtidos e a estabelecer uma relação inequívoca entre a nova pílula e a prevenção do cancro do ovário.

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