Petro no mercado somente por jogadores estrangeiros

A ida às compras da direcção do Petro de Luanda, para o reforço da posição cinco (poste) da equipa sénior masculina de basquetebol, garante o vice-presidente, Artur Barros, está confinada apenas ao mercado estrangeiro, por internamente já terem sido feitas todas as aquisições.

Sem mencionar nomes nem nacionalidades, o antigo preparador físico dos petrolíferos do Eixo Viário, das selecções de andebol, basquetebol e hóquei em patins, assegurou estar em negociações avançadas com um dos alvos pretendidos.
“Por várias razões, não podemos adiantar os nomes dos atletas. Mas temos estado a negociar e um deles o processo está bastante adiantado”, disse.
Na ocasião, Barros fez questão de esclarecer: “não é fácil contratar atletas forasteiros. Sobretudo na condição actual de contenção de despesas. Por essa razão, preferimos muitas  vezes não trazê-los por acharmos não ser bom temo-los descontentes.”
Para a época 2018/2019, o dirigente confirmou a entrada dos extremos-postes Manda João, Benvindo Quimbamba e Deográcio António, todos provenientes do Sport Libolo e Benfica, bem como do poste Aldemiro João, do ASA.
Com continuidade assegurada no plantel tricolor às ordens do camaronês também com nacionalidade norte-americana, Lazare Adingono, estão: Childe Dundão, Domingos Bonifácio “Denny”, Joaquim Pedro “Quinzinho” (bases), Gerson Varanda e Gerson “Lukeny” Gonçalves (extremos-bases), Rafael Silva e José António (extremos), Leonel Paulo “Ju” (extremo-poste) e Aboubakar Gakou (poste).
A estes, juntam-se os jogadores Sub-18 Dário Domingos, Pascoal Konde, Malcon Tungo e Ângelo Gouveia. Dispensados foram Edmir Lucas, Clei Cabanga, André Miguel, o nigeriano Olalekan Ajayi e o cabo-verdiano Sekouba Konde, todos por opção técnica.
Questionado se os objectivos dos petrolíferos se mantêm depois do objectivo anunciado de somente apostarem em jogadores formados no clube e com idade abaixo dos 22 anos, o responsável pelas contratações sem evasivas respondeu: “vamos continuar a ser competitivos. E o objectivo é o mesmo, sermos campeões. Nenhum destes jogadores está acima dos 30 anos, estão entre os 24 e 28, e não custaram um balúrdio”, esclareceu.
Convidado a falar sobre o alegado mau relacionamento com alguns agentes, Artur Barros clarificou: “em Angola, só temos um agente FIBA e, felizmente, os jogadores  representados por si estão connosco. Lukeny e Quimbamba”, concluiu.
Segundo o homem forte da modalidade da bola ao cesto, alguns jogadores: “evocam isso por acharmos que não devemos pagar determinados valores monetários.”
O Petro de Luanda é a segunda equipa com mais títulos conquistados do Campeonato Nacional, com 12 troféus, superado apenas pelo 1º de Agosto, com 19.

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