Sete anos depois, Quim Ribeiro pode ser libertado

Condenado a 22 anos de prisão maior em 2013 pelo Supremo Tribunal Militar, por ter sido o autor moral do assassinato de dois colegas seus, o ex-comandante provincial de Luanda da Polícia Nacional (PN), Joaquim Vieira Ribeiro, poderá ser posto em liberdade condicional no próximo ano, altura em que completará metade da pena de 16 anos, após beneficiar da respectiva redução em 2016 pela Lei da Amnistia.

A informação foi avançada esta semana ao Novo Jornal por uma fonte ligada ao processo, que deu ainda a conhecer que Quim Ribeiro é o único dos 21 elementos ligados ao mesmo processo que ainda se encontra “atrás das grades”.

Outros oficiais da PN envolvidos, de acordo com a fonte, saíram em liberdade condicional no passado mês de Julho.

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